quarta-feira, 16 de abril de 2014

Atividade 1.1


ATIVIDADE 1.5

  Questões    para    reflexão:

  •   Qual a sua postura frente ao erro? 
  •   Como você age frente aos erros e equívocos dos seus alunos? Você concorda que  errar seja parte integrante e importante do processo de aprendizagem?
 •   E perante aos seus equívocos e incompletudes? Como você reage quando desconhece determinado assunto que os alunos questionam? Ou quando os alunos  trazem informações que descortinam aspectos conflitantes com o que você trabalhou com a turma?
 
Partindo do principio que o conhecimento não é linear e nem centralizador, busco a cada dia estar atenta a oportunizar momentos interativos com os educandos  inclusive para aprender com eles.
Como educadora, me considero uma mediadora e não uma enciclopédia, é obvio que o tempo de vida e minhas vivencias permitem que tenham alguns conhecimentos a mais do que meus pequeninos porem grande educandos.
Não encaro o erro como algo ruim e sim como um diagnostico que me desperta a intervir.Todos nós erramos e isto certamente é natural.
O erro faz parte das hipóteses que elaboramos acerca de um assunto, outra hora é expressão da necessidade de uma didática que contemple o tempo de vida do educando e forma que ele acomoda o saber trabalhado. 
Não podemos esquecer que “Errar é humano” e que todos podemos superar nossas limitações.
Não são poucas vezes que as crianças compartilham suas opiniões e questionamentos especialmente quando se propõem e estimula estas ações numa roda de conversa, num jogo, numa dinâmica.
As vezes sou surpreendida com uma declaração e questionamento que desconheço e isto me anima a ouvir mais e buscar conhecimento. É sempre maravilhoso descobrir algo novo.

Daniele S. Araujo  - Turma I / Manhã

Atividade 1.4

Reflexões sobre cenários de mudança
    •    Em sua opinião, de que forma mídias como televisão, jogos e Internet, modificaram as formas de agir e pensar de crianças e jovens da atualidade?
    •    Quais as implicações dessas mudanças na relação com as gerações anteriores (pais, educadores)?
    •    Como você percebe que essas mudanças estão a impactar o cotidiano das nossas escolas?
 
 
É inegável as transformações que as mídias tem provocado em nossa sociedade.
O acesso a informação está cada dia mais acessível, é notório observar nas falas e interesse das crianças e jovem o desejo e o apelo tecnológico para estabelecer, relacionamentos, entretenimento, conhecimento e participação nas redes sociais.
Como já dizia o velho ditado “ nem tudo que reluz é ouro” o que temos visto são atitudes louváveis no bom uso das mídias, porem infelizmente temos também presenciado o adormecimento afetivo e coletivo. Cada vez mais as brincadeiras e jogos tem sido realizados de modo individual, as relações tem dispensado afetividade presencial e se alimentado por caracteres virtuais e emotions.
Muitas crianças e jovens tem preferido estar em frente a tv, internet e jogos do que ir ao cinema, parque e lanchonete etc.
Na escola podemos perceber que as crianças tem uma fala que remetem as suas vivencias com a tecnologias. Muitas sabem de cor e salteado as falas presentes nos DVDS que preparamos para nossas aulas sejam eles de musicas, teatro e desenhos, pois estas crianças já tem acesso em suas casas a  tv a cabo e internet.
Nas escolas os jovens vêm munidos de muitas tecnologias seja elas celulares, tabletes e notbook os quais se não forem bem utilizados na hora das aulas podem até atrapalhar o desenvolvimento do conhecimento, por outro lado o bom uso pode representar uma bem vinda contribuição para expansão do saber.
Apesar deles terem acesso a diversas informações validas, penso que este fim não pode justificar o meio, é necessário que haja moderação e equilíbrio a fim de que o conhecimento recebido não seja entulhado na mente, mas que se transforme em saber para a vida. Nós como educadores (pais e professores) devem oportunizar estes momentos de reflexão a fim de que a nossa mediação possa ajudar a conduzir. estes saberes adquiridos para vida real.

 Daniele S. Araujo  - Turma I / Manhã



Atividade 1.3


Como você se sente a respeito de tantas rupturas e mudanças de paradigmas? O que significa tecnologia pra vc? Por que consideramos que ela tem um papel tão importante na promoção de mudanças sócio-cognitivas?
  As rupturas têm acontecido em todo tempo de forma dinâmica e continua. A velocidade em que as tecnologias apresentam suas facilidades e produtos são impressionantes até para minha geração.

Tanto as rupturas como as mudanças devem ser recebidas com equilíbrio, pois sendo o objetivo da tecnologia facilitar a vida do homem não podemos se deixar dominar por elas, pois caso contrario seremos moldados, condicionados e muito provavelmente “manipulados” pelos diversos estímulos que as mídias os ofertam de modo tão atraente.
É preciso também dizer, que os usos das ferramentas tecnológicas devem ser cuidadosos a fim de que os usuários não desconectem da vida real e passem a viver somente na vida virtual. Infelizmente muitas relações são prejudicadas no uso indevido da tecnologia, pois algumas armadilhas fazem com que as pessoas se tornem “escravas” destas ferramentas tecnológicas e inclusive negam-se como indivíduos reais.
Por lado é impossível negar os benefícios que a tecnologia reserva para a expansão da participação e mudança dos aspectos sócio-cognitivo. Cada vez mais, os espaços têm sido abertos para promover a interação, dialogo, questionamentos, criação enfim a construção do conhecimento e das relações.
As tecnologias têm desempenhado um papel de transformação social e global de modo acelerado, mal conhecemos um produto e serviço tecnológico, outro quase que instantaneamente se apresenta como inovação. As comunidades virtuais se multiplicam e difundem diversos questionamentos que cabe a nós refletir os que tem procedência relevante e os que devem ser desconsiderados.
O conhecimento deixou de ser centralizador e linear e passou a ser uma rede de conhecimento, desta forma a participação e interação mais do que nunca passou a ser uma ação viva e crescente, um real beneficio para o desenvolvimento humano.

 Daniele S. Araujo  - Turma I / Manhã