quarta-feira, 28 de maio de 2014

Atividade 3.2 - “De portas abertas para a sociedade”

Com os depoimentos apresentados na matéria, ficou evidente que é possível transformar a educação deste país. 
Muitas vezes a escola peca quando assume sozinha o ato de educar.
Sem duvida este processo é extremamente complexo e para sua efetivação é preciso ser compartilhado entre os pais, os alunos, escola e sociedade.
Quando delegamos responsabilidades no ato de educar, estamos dando chances reais de viabilizar o ensino com qualidade e transformação, pois juntos apresentamos e discutimos os desafios, as situações problemas, desajustes e indisciplinas, com a interação dos envolvidos, desenvolvemos soluções reais e ideias inovadoras que incorporadas na escola e nos muros fora da escola, transformam as realidades de toda a comunidade local.
Quando sujeito torna-se protagonista da transformação social ele valoriza suas conquistas e também torna-se um fiscalizador e preserva o bom uso benefícios adquiridos.
Os diversos relatos identificou que houve transformação educacional quando houve um envolvimento entre todos, pais, alunos e professores e comunidade local.
A escola não pode se enclausurar e nem achar que ela pode realizar todas as coisas sozinhas. A Comunidade por sua vez, deve buscar o melhoramento das condições urbana/sociais. Os pais devem zelar pela higiene, alimentação e educação familiar dos filhos. Os alunos devem criar, e respeitar as regras e combinados escolar e ainda conscientizar e/ ou denunciar aqueles estão depreciando a escola e os colaboradores que trabalham nela. Com a cooperação é possível iniciar grandes projetos culturais, ligados a saúde, lazer, urbanização e etc. Enfim, o processo da transformação é possível desde que seja uma ação e  responsabilidade de todos nós.

fonte da pesquisa: (http://gestaoescolar.abril.com.br/comunidade/portas-abertas-sociedade-427924.shtml)

Daniele Silva Araújo / Turma I – manhã.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Compartilhando experiências de uso de redes sociais.



Atividade 2.3

Ao conversarmos sobre o uso da rede social no nosso dia a dia, percebemos que tudo iniciou através dos e-mails, os quais em suas grandes maiorias eram para fins empregatícios e eram acessados em Lan house já que a mais ou menos dez anos atrás a internet não era tão acessível nas nossas residências.
Do email nossas experiências com as redes sociais foram ampliando através do extinto Orkut, o qual correspondeu a muitos compartilhamentos de imagens, mensagens e fotos.
Atualmente todas têm acesso a Facebook porem entendemos que o uso desta rede deve ser cauteloso, e unanimemente acreditamos que assuntos e imagens de cunho pessoal não devem ser publicados nesta mídia, restringimos significativamente o seu uso para reencontrar pessoas, conversar no chat e esporadicamente publicar mensagens e imagens de algo que nos interessamos porem sem maiores comprometimentos.
Em nossa reflexões, discutimos o quanto as redes sociais são apelativas ao consumo e o quanto há uma vulnerabilidade com nossos dados, pois por meio de uma simples pesquisa na internet, somos abordados quase que instantaneamente com um arsenal de convites e propagandas.
Para nós, estas redes sociais são ferramentas importantes para promover a educação, porem o uso dela deve ter um objetivo, como é o caso do proinfo que faz da navegação um momento de reflexão, compartilhamento e conhecimento, caso o contrario, facilmente os educandos se desviam e navegam apenas nos entretenimentos que vastamente são oferecidos  nestas redes sociais
Concluímos que há necessidade de inserir cada dia mais tecnologia em nossa metodologia de ensino, porem como tudo nada vida é preciso equilibrar e filtrar o uso das redes sociais para que desta forma o ensino de fato seja consolidado por meio desta ferramenta tecnológica.

Participantes navegando na rede – Turma I / manhã
Daniele Silva Araújo

Silvia de Oliveira Custodio Marques

Mary Perocci

Luciane de oliveira Lima

Alessandra Xavier

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Atividade 1.1


ATIVIDADE 1.5

  Questões    para    reflexão:

  •   Qual a sua postura frente ao erro? 
  •   Como você age frente aos erros e equívocos dos seus alunos? Você concorda que  errar seja parte integrante e importante do processo de aprendizagem?
 •   E perante aos seus equívocos e incompletudes? Como você reage quando desconhece determinado assunto que os alunos questionam? Ou quando os alunos  trazem informações que descortinam aspectos conflitantes com o que você trabalhou com a turma?
 
Partindo do principio que o conhecimento não é linear e nem centralizador, busco a cada dia estar atenta a oportunizar momentos interativos com os educandos  inclusive para aprender com eles.
Como educadora, me considero uma mediadora e não uma enciclopédia, é obvio que o tempo de vida e minhas vivencias permitem que tenham alguns conhecimentos a mais do que meus pequeninos porem grande educandos.
Não encaro o erro como algo ruim e sim como um diagnostico que me desperta a intervir.Todos nós erramos e isto certamente é natural.
O erro faz parte das hipóteses que elaboramos acerca de um assunto, outra hora é expressão da necessidade de uma didática que contemple o tempo de vida do educando e forma que ele acomoda o saber trabalhado. 
Não podemos esquecer que “Errar é humano” e que todos podemos superar nossas limitações.
Não são poucas vezes que as crianças compartilham suas opiniões e questionamentos especialmente quando se propõem e estimula estas ações numa roda de conversa, num jogo, numa dinâmica.
As vezes sou surpreendida com uma declaração e questionamento que desconheço e isto me anima a ouvir mais e buscar conhecimento. É sempre maravilhoso descobrir algo novo.

Daniele S. Araujo  - Turma I / Manhã

Atividade 1.4

Reflexões sobre cenários de mudança
    •    Em sua opinião, de que forma mídias como televisão, jogos e Internet, modificaram as formas de agir e pensar de crianças e jovens da atualidade?
    •    Quais as implicações dessas mudanças na relação com as gerações anteriores (pais, educadores)?
    •    Como você percebe que essas mudanças estão a impactar o cotidiano das nossas escolas?
 
 
É inegável as transformações que as mídias tem provocado em nossa sociedade.
O acesso a informação está cada dia mais acessível, é notório observar nas falas e interesse das crianças e jovem o desejo e o apelo tecnológico para estabelecer, relacionamentos, entretenimento, conhecimento e participação nas redes sociais.
Como já dizia o velho ditado “ nem tudo que reluz é ouro” o que temos visto são atitudes louváveis no bom uso das mídias, porem infelizmente temos também presenciado o adormecimento afetivo e coletivo. Cada vez mais as brincadeiras e jogos tem sido realizados de modo individual, as relações tem dispensado afetividade presencial e se alimentado por caracteres virtuais e emotions.
Muitas crianças e jovens tem preferido estar em frente a tv, internet e jogos do que ir ao cinema, parque e lanchonete etc.
Na escola podemos perceber que as crianças tem uma fala que remetem as suas vivencias com a tecnologias. Muitas sabem de cor e salteado as falas presentes nos DVDS que preparamos para nossas aulas sejam eles de musicas, teatro e desenhos, pois estas crianças já tem acesso em suas casas a  tv a cabo e internet.
Nas escolas os jovens vêm munidos de muitas tecnologias seja elas celulares, tabletes e notbook os quais se não forem bem utilizados na hora das aulas podem até atrapalhar o desenvolvimento do conhecimento, por outro lado o bom uso pode representar uma bem vinda contribuição para expansão do saber.
Apesar deles terem acesso a diversas informações validas, penso que este fim não pode justificar o meio, é necessário que haja moderação e equilíbrio a fim de que o conhecimento recebido não seja entulhado na mente, mas que se transforme em saber para a vida. Nós como educadores (pais e professores) devem oportunizar estes momentos de reflexão a fim de que a nossa mediação possa ajudar a conduzir. estes saberes adquiridos para vida real.

 Daniele S. Araujo  - Turma I / Manhã



Atividade 1.3


Como você se sente a respeito de tantas rupturas e mudanças de paradigmas? O que significa tecnologia pra vc? Por que consideramos que ela tem um papel tão importante na promoção de mudanças sócio-cognitivas?
  As rupturas têm acontecido em todo tempo de forma dinâmica e continua. A velocidade em que as tecnologias apresentam suas facilidades e produtos são impressionantes até para minha geração.

Tanto as rupturas como as mudanças devem ser recebidas com equilíbrio, pois sendo o objetivo da tecnologia facilitar a vida do homem não podemos se deixar dominar por elas, pois caso contrario seremos moldados, condicionados e muito provavelmente “manipulados” pelos diversos estímulos que as mídias os ofertam de modo tão atraente.
É preciso também dizer, que os usos das ferramentas tecnológicas devem ser cuidadosos a fim de que os usuários não desconectem da vida real e passem a viver somente na vida virtual. Infelizmente muitas relações são prejudicadas no uso indevido da tecnologia, pois algumas armadilhas fazem com que as pessoas se tornem “escravas” destas ferramentas tecnológicas e inclusive negam-se como indivíduos reais.
Por lado é impossível negar os benefícios que a tecnologia reserva para a expansão da participação e mudança dos aspectos sócio-cognitivo. Cada vez mais, os espaços têm sido abertos para promover a interação, dialogo, questionamentos, criação enfim a construção do conhecimento e das relações.
As tecnologias têm desempenhado um papel de transformação social e global de modo acelerado, mal conhecemos um produto e serviço tecnológico, outro quase que instantaneamente se apresenta como inovação. As comunidades virtuais se multiplicam e difundem diversos questionamentos que cabe a nós refletir os que tem procedência relevante e os que devem ser desconsiderados.
O conhecimento deixou de ser centralizador e linear e passou a ser uma rede de conhecimento, desta forma a participação e interação mais do que nunca passou a ser uma ação viva e crescente, um real beneficio para o desenvolvimento humano.

 Daniele S. Araujo  - Turma I / Manhã